Como a análise de dados ajuda a Auren a criar soluções de energia mais flexíveis para empresas

Entenda como a Auren utiliza ferramenta de análise de dados para compreender o perfil dos clientes e oferecer soluções de energia mais flexíveis.

Como a análise de dados ajuda a Auren a criar soluções de energia mais flexíveis para empresas
Auren Energia
Publicado por: Auren Energia
3 min. de leitura

O planejamento energético se tornou um elemento central para empresas que atuam no Mercado Livre de Energia. “Nos últimos anos, o setor elétrico tem mudado constantemente. Desafios como volatilidade de preço, intermitência de fontes e mudanças regulatórias tornam esse cenário bastante desafiador”, explica Denis Dinardi, consultor em Planejamento Energético da Auren.

Tomar decisões sem o apoio de dados pode aumentar a exposição a riscos e comprometer a previsibilidade dos custos das empresas.

Por que o planejamento energético é estratégico?

O Mercado Livre de Energia já representa uma parcela relevante do consumo de eletricidade no Brasil e segue em expansão, com previsão de abertura total para os próximos anos. Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), esse movimento amplia o número de empresas que passam a tomar decisões sobre contratação de energia.

Quando a empresa entende melhor o próprio consumo por meio do planejamento energético, consegue contratar com mais precisão, reduzir exposição a riscos e ter mais previsibilidade no dia a dia. Em vez de reagir ao mercado, a empresa passa a antecipar cenários com base no próprio comportamento de consumo e em uma leitura mais cuidadosa do contexto.

Denis Dinardi descreve o trabalho da equipe de Planejamento Energético da Auren como uma combinação entre leitura de mercado e leitura do cliente. Não basta acompanhar o setor elétrico. É preciso entender o que os movimentos do mercado significam para o perfil de consumo específico de cada empresa — e transformar análise em direcionamento.

O processo envolve acompanhamento contínuo das condições do setor, análise das variáveis que influenciam o Preço de Liquidação das Diferenças e tradução dessas informações em cenários concretos para o cliente.

O que os dados revelam sobre o consumo de energia

Cada empresa consome energia de um jeito. Algumas concentram carga no horário comercial. Outras operam em turnos noturnos ou mantêm demanda constante ao longo das 24 horas. Há negócios com sazonalidade bem marcada, com picos em determinadas épocas do ano. Outros têm um perfil mais estável, mas com tendência de crescimento acelerado.

É aí que a ferramenta de análise de dados ganha importância. Ela ajuda a organizar esse histórico e transformar informação dispersa em leitura prática para a tomada de decisão.

“Dados de consumo, dados sobre o cliente, geolocalização e faturamento compõem um arcabouço em que conseguimos gerar insights”, explica Denis.

Entender esse perfil é o ponto de partida. A análise começa com o histórico de consumo, medições horárias, curva de carga e padrões de demanda máxima. Depois, avança para projeções: como esse consumo deve evoluir nos próximos anos, considerando crescimento da operação, novos equipamentos ou metas de eficiência energética.

Esse conjunto de informações ajuda a responder perguntas que parecem simples, mas raramente têm resposta clara sem dados: quando a empresa consome mais? Em quais horários a carga fica mais intensa? Qual é o risco real de ultrapassar o volume contratado?

Como a análise de dados vira soluções sob medida?

Com o perfil de consumo mapeado, a estrutura de contratação passa a refletir a realidade operacional da empresa, com mais coerência entre o contrato e as demandas de energia do negócio.

Os tipos de análise de dados ajudam a transformar informação em estratégia. “O mundo hoje é muito dinâmico. Cada cliente tem sua particularidade. Trazer flexibilidade é essencial para atender melhor”, explica Denis.

Empresas com consumo mais previsível tendem a buscar contratos mais fixos. Já operações com consumo mais instável ou com sazonalidade exigem maior flexibilidade na contratação. Com dados, é possível estruturar contratos mais aderentes, seja definindo volumes com maior precisão, seja incorporando flexibilidade para lidar com variações ao longo do ano.

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